Instituto Politécnico de Lisboa

Formação em Blended-Learning

28 nov 2013 13:00 a 14:30

ESTeSL, Parque das Nações

A Comissão de Atividades Formativas Pedagógicas do Conselho Pedagógico da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) promove no dia 28 de novembro de 2013, das 13h00 às 14h30, no Anfiteatro, uma formação em Blended-Learning, dinamizada pela Drª Mafalda Isaac e pelo Dr. Hugo Leitão.

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O que é o Blended-Learning?

O modelo combinado ou misto é também denominado por blended learning (b-learning) e deriva do e-learning. Consiste num sistema de formação onde os conteúdos são ministrados à distância mas também presencialmente, embora o enfoque seja sobre a primeira. O b-learning estrutura-se através de atividades síncronas, nas quais o e-tutor e o formando trabalham juntos num horário pré-definido, e/ou assíncronas nas quais existem horários flexíveis, como apresentámos anteriormente no modelo e-learning.

De uma forma geral, o b-learning consiste numa combinação entre o modelo presencial e o modelo de ensino à distância, onde as sessões presenciais se destinam à realização de trabalhos de grupo, assim como outras atividades devidamente planeadas de modo a tirar partido da presença dos formandos e do formador.

O tema da avaliação ganha bastante importância no modelo combinado na medida em que se levantam diversas questões relacionadas com a identidade dos formandos, entre outras, e, por esse motivo, as sessões presenciais também se destinam à realização de testes ou outras provas necessárias.

No modelo combinado são intercaladas as sessões presenciais (a destacar a primeira e última do curso) com as sessões à distância (normalmente longos períodos intercalados por sessões presenciais).

Este modelo apresenta como vantagens a melhor integração entre os participantes e respetiva troca de experiências, assim como a possibilidade de desenvolver dinâmicas coletivas e reduzir os custos na medida em que todo o grupo deve iniciar e concluir o curso ao mesmo tempo.

Devido à realização das sessões presenciais é possível humanizar as relações entre a instituição e os formandos, realizar trabalhos de campo e visitas técnicas a locais de interesse tornando-se menos complexo avaliar os formandos. Deste modo, é possível obter melhores resultados de aprendizagem de acordo com os prazos e meios estabelecidos visando a colaboração e interação entre os formandos.

Ao nível das desvantagens, a necessidade de organizar sessões presenciais com datas definidas limita o acesso aos formandos que não dispõem de tempo para formação ou a quererem fazer de forma independente, assim como uma potencial desvalorização do e-tutor e respetiva valorização do formador (presencial).