Instituto Politécnico de Lisboa

À conversa com Luís Ribeiro… 27 maio 2014

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Esta semana estivemos à conversa com Luís Ribeiro que terminou o seu curso de licenciatura em Fisioterapia na ESTeSL em 2007. Atualmente a desenvolver a sua atividade profissional na área da fisioterapia músculo-esquelética, desporto e dermato-funcional, Luís recorda a Escola como uma grande família.


Qual tem sido o seu percurso a nível de formação académica?

Depois da licenciatura apenas fiz algumas formações com o objetivo de me tornar mais qualificado em algumas componentes da intervenção em Fisioterapia. Fruto do trabalho que tenho desenvolvido e que me direciona cada vez mais para uma área de intervenção, pretendo a breve prazo tirar o mestrado.

 

Qual tem sido o seu percurso Profissional?

Atualmente todo o meu exercício profissional se resume à prática privada e ao exercício autónomo. Comecei por trabalhar em Clínica de Reabilitação e Hospital, também em colaboração com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL); progressivamente a vontade de me tornar independente, autónomo na minha prática levaram-me a criar o meu próprio trabalho e a criar condições para que as pessoas e as instituições procurassem os meus serviços. Hoje, trabalho em contexto domiciliário - sobretudo com idosos e crianças - trabalho também num Clube de Futebol enquanto responsável por todo o departamento clínico do mesmo, estando depois diretamente ligado às Equipas Júnior e Sénior Masculinas; Criei um conceito/filosofia de intervenção que tenho conseguido associar a diversas entidades e que no futuro será o mote para o meu próprio gabinete/clínica.

 

Quais são as suas áreas de interesse a nível profissional?

A nível profissional já tive experiência de diversas naturezas e que fui largando precisamente para me direcionar para uma prática mais especializada. Trabalho sobretudo na área da músculo-esquelética, desporto e dermato-funcional, mas também na pediatria sobretudo ao nível da fisioterapia cárdio-respiratória.

Desejo direcionar quer o meu trabalho quer o meu processo de desenvolvimento profissional contínuo para o Desporto.

 

Gostaria de dar a conhecer algum projetos que tenha desenvolvido ou esteja a desenvolver?

Pretendo afirmar o meu trabalho como se de uma assinatura se tratasse e como tal estou a desenvolver um conceito de intervenção que pretendo levar às pessoas e às instituições e no futuro, consolidar num espaço próprio.

 

O seu curso de licenciatura foi a sua primeira opção?

A minha primeira opção foi Medicina sendo a Fisioterapia na ESTeSL a segunda opção.

 

Como teve conhecimento do curso de licenciatura?

No meio académico para aqueles que pretendiam seguir a área da Saúde falava-se sobretudo da Medicina, Fisioterapia e Enfermagem. A Medicina a certa altura passou a ser uma miragem e acabei por ter de encontrar uma opção que acima de tudo fosse ao encontro daquilo que desejava fazer no futuro e encontrei tudo isso e mais do que esperava, na Fisioterapia.

 

Porque escolheu a ESTeSL?

 A ESTeSL era uma das Escolas mais cotadas ao nível da Fisioterapia, tinha sofrido uma modernização das suas instalações e apesar de implicar a minha deslocação desde o distrito do Porto para Lisboa configurava-se como a melhor opção para o meu crescimento pessoal e profissional.

 

O que recorda da ESTeSL?

O mais significativo que recordo da Escola são em primeiro lugar os meus colegas de turma e curso; a cumplicidade entre colegas de turma e entre as gerações do curso eram algo extraordinário. Depois as relações e proximidade com outros cursos e com os funcionários tornavam a Escola uma família. Este aspeto nota-se ainda hoje, 6 anos depois, em que me cruzo com colegas da Escola na rua e recordando as suas caras basta esboçar um sorriso e dizer ESTeSL e gera-se logo uma empatia como se resgatássemos ali um pacto celebrado nas vivências académicas.

 

O que diferencia a ESTeSL?

A diferenciação da ESTeSL terá de ser sempre pela qualidade do seu ensino, o que se refletirá, também, na forma como os seus estudantes integram o mercado de trabalho e na forma como se adaptam às mudanças na Saúde. Creio que nesse aspeto a Escola consegue manter-se como uma referência.  Outro aspeto que a diferencia, como disse antes, é a relação diria familiar com que todos se envolvem no seio da Escola.

 

Gostaria de deixar uma mensagem ou conselhos para os nossos atuais estudantes?

Penso que o mais importante a dizer aos atuais alunos da Escola é que quem faz a Escola são sobretudo eles, com o seu esforço, com a sua dedicação, com o seu querer e com a forma como deixam o nome da Escola associado ao seu em tudo o que farão. Além disso, importante dar-lhes uma mensagem realista das dificuldades que os esperam no mercado de trabalho, mas ao mesmo tempo a certeza de que só vence quem se propõe a fazê-lo. Deixo-os com uma frase que me acompanhou desde um estágio no segundo ano do curso "A Escola dá-te uma gota para um copo que tens de ser tu a encher".

 

Luis Ribeiro licenciado em Fisioterapia pela ESTeSL