Instituto Politécnico de Lisboa

ESTeSL marca presença na 3ª reunião da RETS - Rede Internacional de Educação de Técnicos em Saúde 10 dez 2013

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), através do seu Presidente, Professor João Lobato, e da Coordenador da Comissão de Gestão para os Programas de Cooperação no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa da ESTeSL, Professora Ana Almeida, esteve presente na 3ª Reunião Geral da RETS - Rede Internacional de Educação de Técnicos em Saúde, subordinada ao tema "Rede como espaço de produção de conhecimento sobre a edução e o trabalho dos técnicos em saúde", que teve lugar nos dias 7 e 8 de novembro de 2013, em Recife, no Brasil.

A ESTeSL pertence desde junho de 2007 a esta rede internacional, que é constituída por 63 Escolas de 19 países.

Esta reunião teve em vista a construção do Plano de Trabalho da Rede RETS e das suas sub-redes (CPLP e Unasul – América Latina) para os próximos anos e a revisão/elaboração dos seus regulamentos. Por outro lado, foram analisados e aprovados dois documentos estruturantes para os profissionais de saúde a Declaração do Recife e o Código de Prática de Recrutamento Internacional de Profissionais da Saúde.

Os referidos documentos foram posteriormente discutidos e aprovados no âmbito do III Fórum Global sobre Recursos Humanos em Saúde, que teve lugar de 10 a 13 de novembro de 2013, no Recife (Brasil), sob a coordenação da OMS e da Global Health Workforce Alliance (GHWA), em parceria com a OPAS e com o Ministério da Saúde do Brasil. Estiveram presentes neste Fórum representantes dos Ministérios da Saúde de 93 países Membros da OMS, e ainda, representantes da sociedade civil, associações profissionais, dentre outros, totalizando mais de 2.000 participantes, que se reuniram para discutir a agenda global de recursos humanos em saúde e que culminou na Declaração de Recife, uma declaração política de compromisso dos países membros.

Baseado no Código de Prática de Recrutamento Internacional de Profissionais da Saúde, os pontos 12 e 13 da declaração enfatizam o comprometimento dos países em criar um ambiente amplamente colaborativo juntamente com as universidades e demais centros de formação, sindicatos e associações de profissionais de saúde e com o setor privado.